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Casal gay vira suspeito chave no assassinato de Odete Roitman em Vale Tudo

Quando Eugênio, interpretado por Luís Salém, e Freitas, vivenciado por Luís Lobianco, cruzam caminhos na Vale TudoRede Globo, o clima da novela muda de repente. A trama, que está no ar às 21h na Globo, coloca o duo como possíveis assassinos da vilã Odete Roitman (Débora Bloch), enquanto eles tramam um roubo ao chefe Marco Aurélio (Alexandre Nero) e sonham abrir uma pousada no Nordeste brasileiro.

Contexto da regravação de Vale Tudo

A nova versão, escrita por Manuela Dias, não é mera cópia do clássico de 1988. Desde o primeiro capítulo, os roteiristas têm introduzido personagens que nunca existiram na trama original, como o casal gay mencionado acima. O objetivo, segundo o próprio autor, é "refletir a diversidade do Brasil contemporâneo" e, ao mesmo tempo, manter o suspense que fez a novela virar febre nos anos 80.

Quem são Eugênio e Freitas?

Eugênio chega à cidade como um jovem ambicioso, sem, porém, histórico criminal. Já Freitas trabalha como assessor de Marco Aurélio, mas sente o peso de uma rotina cheia de humilhações e de uma dívida que o impede de comprar a casa da mãe. Em cenas que vão ao ar entre 22 e 28 de setembro de 2025, os dois trocam mensagens íntimas, evidenciando não só a atração, mas também a aliança estratégica para um golpe que pode mudar suas vidas.

Trama do roubo e planos da pousada

O ponto de partida da conspiração é a chave de um cofre que Freitas recebe de Mário Sérgio (Thomás Aquino). O cofre guarda dinheiro desviados da empresa TCA, que tem sido alvo de investigação interna. Com a chave em mãos, o casal pensa em desviar o valor para financiar uma pousada no litoral do Nordeste, região onde pretendem recomeçar longe das intrigas de São Paulo.

  • Valor presumido do desvio: R$ 1,2 milhão.
  • Local escolhido para a pousada: Parnaíba, Piauí.
  • Prazo para concretizar o plano: menos de três semanas, antes da morte de Odete.

Essa receita criminal faz do casal um alvo fácil para a lista de suspeitos que a produção já vem insinuando ao público.

Possível envolvimento no assassinato de Odete Roitman

Possível envolvimento no assassinato de Odete Roitman

Segundo fontes de bastidores, a madrugada de 6 de outubro de 2025 trará o tão aguardado disparo contra Odete. Enquanto a trama se aproxima do clímax, os roteiristas deixaram pistas: Freitas, em desespero, revela a Odete todo o esquema do roubo, esperando que ela o ajude a sair da situação. O que ele não sabia era que a vilã, ao saber da traição, planejava silenciá-lo — e, possivelmente, quem mais estivesse envolvido.

O ator Luís Lobianco comentou em entrevista: “Se eu for o assassino, quero que pague. Se não for, que eu possa abrir um karaoke no interior e ser feliz.” Essa ambiguidade mantém o público dividido entre apoiar a causa dos dois e temer sua culpabilidade.

Reações dos atores e expectativa do público

Luís Salém revelou que a parceria com Lobianco trouxe um “novo frescor” à gravação, mas também confessou que a direção ainda não definiu claramente o futuro romântico do casal. Já Lobianco, que criticou a forma como a rede tem tratado a relação gay, disse que quer ver “impacto real no enredo”. Enquanto isso, a audiência tem registrado picos de 15% a 18% nos capítulos que abordam a conspiração, número que supera a média da novela nas últimas duas semanas.

Na rede social X, hashtags como #EugênioFreitas e #QuemMataOdete já acumulam mais de 120 mil menções, demonstrando que o mistério está tomando as ruas das capitais.

O que vem pela frente na novela

O que vem pela frente na novela

Antes da morte de Odete, a trama ainda reserva duas mortes: Mário Sérgio morre após ingerir pílulas trocadas por Odete, e Ana Clara (Samantha Jones) sucumbe a um tiro disparado por Odete em retaliação a extorsões. Esses eventos vão acirrar ainda mais a perseguição ao vilão e, possivelmente, revelar novas alianças.

Se o casal for finalmente apontado como autor do crime, a novela poderá fechar com uma reviravolta que rompa com o final clássico de 1988, onde o assassino foi um homem de classe alta. A Globo ainda não divulgou quem será o responsável, mantendo a ansiedade no ar até o próximo capítulo.

Perguntas Frequentes

Como a trama de Eugênio e Freitas influencia a história de Vale Tudo?

O casal introduz um arco criminal que liga o roubo à empresa TCA ao assassinato de Odete Roitman. Essa conexão cria uma teia de suspeitas que movimenta o suspense nos capítulos finais, além de trazer representatividade LGBT à novela.

Quem são os atores que interpretam os personagens-chave?

Eugênio é interpretado por Luís Salém, Freitas por Luís Lobianco, Odete Roitman por Débora Bloch, Marco Aurélio por Alexandre Nero e Mário Sérgio por Thomás Aquino. Todos têm participações relevantes na trama atual.

Qual a data prevista para a morte de Odete Roitman?

A cena do assassinato está marcada para o capítulo exibido na segunda‑feira, 6 de outubro de 2025, horário de Brasília.

O que os atores dizem sobre o futuro do casal gay?

Luís Lobianco afirmou que, se a relação evoluir, deve ter "impacto real no enredo" e não ficar só como coincidência. Salém, por sua vez, espera que o casal traga novas reviravoltas sem fugir da lógica da trama.

Como o público está reagindo ao suspense?

A audiência aumentou para 15‑18% nos episódios que abordam o roubo, e as redes sociais registram mais de 120 mil menções às hashtags relacionadas ao casal, indicando grande engajamento e curiosidade sobre o desfecho.

outubro 6, 2025 / Entretenimento /

Comentários (12)

Luciano Hejlesen

Luciano Hejlesen

outubro 6, 2025 AT 19:38

O que está acontecendo na trama é um claro sintoma de declínio cultural da telenovela.
Os roteiristas parecem estar mais interessados em provocar cliques nas redes do que em manter coerência narrativa. 😒💥

Bruna Boo

Bruna Boo

outubro 12, 2025 AT 14:31

Olha, eu nem sei bem o que pensar, mas parece que a novela tá querendo ser o que não é.
É ruim, mas ao menos tá gerando papo.

Circo da FCS

Circo da FCS

outubro 18, 2025 AT 09:25

Verdade isso tudo é muito forçado e sem sentido.

Savaughn Vasconcelos

Savaughn Vasconcelos

outubro 24, 2025 AT 04:18

Ao contemplar a introdução do casal gay como intrépidos conspiradores, somos instigados a questionar o próprio tecido da narrativa da Vale Tudo.
É inegável que a escolha de Eugenio e Freitas como potenciais assassinos de Odete rompe com a tradição estabelecida em 1988, mas o que realmente importa é a reflexão sobre a modernidade dos valores retratados.
Por um lado, a trama abraça a diversidade e, por outro, ainda se apoia em estereótipos de criminalidade que podem inadvertidamente reforçar preconceitos.
Não podemos fechar os olhos para o fato de que a inserção de personagens LGBTQIA+ ainda muitas vezes serve como recurso dramático mais do que como representação autêntica.
Entretanto, ao analisar o esquema de roubo ao TCA, percebemos uma lógica coerente: a necessidade de recursos para financiar a tão sonhada pousada no Piauí fornece motivação plausível para atos extremos, como o assassinato.
Tal motivação, ainda que conspiratória, respeita a tradição dramática de criar vilões motivados por ganância.
A simbologia da chave do cofre como objeto de poder sublinha a luta pelo controle econômico, aspecto que ecoa nas grandes tramas de poder da novela.
Vale notar que o plano de abrir um karaokê ou um karaoke no interior ao final também revela a ambiguidade do destino dos personagens, indicando que a redenção pode estar ao alcance, dependendo das escolhas narrativas.
Ao observar a reação dos atores, percebemos uma tensão entre a necessidade de representar diversidade e a pressa por criar suspense comercial, o que pode gerar conflitos internos na produção.
A audiência, por sua vez, demonstra engajamento ao registrar picos de 15% a 18%, indicando que o público está realmente investido nesse arco.
Não obstante, algumas críticas apontam que a inclusão do casal pode ser vista como performativa, especialmente se o desenvolvimento de sua relação for superficial.
Essa inquietação é reforçada pelos comentários dos próprios atores, que desejam ver um “impacto real no enredo”.
Em última análise, a decisão de indicar ou não o casal como assassinos de Odete poderá definir o futuro da representação LGBT nas novelas brasileiras, servindo de marco para futuras produções.
Então, ao contemplar a evolução da Vale Tudo, refletimos não apenas sobre quem puxou o gatilho, mas sobre como a narrativa escolhe posicionar seus personagens marginalizados no grande espetáculo da televisão.

João Paulo Jota

João Paulo Jota

outubro 29, 2025 AT 22:11

Claro, porque a Globo sempre arruma tudo nos mínimos detalhes.

vinicius alves

vinicius alves

novembro 4, 2025 AT 17:05

Olha, o esquema tá bem padronizado, parece mais um script de crime de série B que um drama de 9h.
Mas a gente tem que admitir que o babado tá rendendo.

Wellington silva

Wellington silva

novembro 10, 2025 AT 11:58

Interessante observar como a pergunta da motivação econômica se entrelaça com o arco emocional dos personagens.
Há quem diga que a trama se perde em detalhes, mas há também quem aprecie a complexidade.

Mauro Rossato

Mauro Rossato

novembro 16, 2025 AT 06:51

tipo eu acho q a povê ta exagerando na hype da parada, mas tbm n tem como negar q ta bombando nas redes.
as veías achaa que vai acontecer algo real com os dois?

Hilda Brito

Hilda Brito

novembro 22, 2025 AT 01:45

Eu sempre achei que essa parada de representar casal gay como vilão é muito forçado.
E ainda tem gente que defende como progressismo, mas cadê a autenticidade?

edson rufino de souza

edson rufino de souza

novembro 27, 2025 AT 20:38

Todo esse esquema de roubo e assassinato é claramente parte de um plano maior controlado por forças ocultas que manipulam a narrativa das novelas para distrair a população!
Não é coincidência que a chave do cofre apareça exatamente quando o público está mais vulnerável.

Ademir Diniz

Ademir Diniz

dezembro 3, 2025 AT 15:31

Galera, vamos dar crédito ao esforço da produção.
Mesmo com críticas, eles estão tentando trazer diversidade e isso merece apoio.

Jeff Thiago

Jeff Thiago

dezembro 9, 2025 AT 10:25

Ao analisar detidamente a arquitetura narrativa da presente iteração de "Vale Tudo", cumpre salientar que a inserção do casal homossexual como vetor de homicídio de Odete Roitman revela um intento deliberado de subversão dos cânones estabelecidos na versão original de 1988.
Tal subversão não se restringe ao mero aporte de diversidade, mas se configura como um experimento hermenêutico que demanda uma reavaliação das premissas morais que embasam a trama.
Em primeiro plano, observa‑se que a motivação financeira – alicerçada no desvio de fundos da TCA – serve como catalisador lógico para o eventual homicídio, conduzindo a uma equivalência funcional entre a ganância e a violência.
Deve‑se ainda ponderar que a escolha de Eugenio e Freitas como suspeitos potencializa a discussão sobre a representação de minorias dentro de contextos de criminalidade, o que, em termos de teoria da mídia, pode ser interpretado como um reflexo das tensões socioculturais contemporâneas.
Ademais, a promessa de abertura de pousada no Nordeste introduz um arco de redenção que, embora ainda incipiente, abre margem para futuras reinterpretações do destino dos personagens.
Tal perspectiva pode ser corroborada pelos depoimentos dos próprios intérpretes, que expressam o desejo de conferir ao casal um desenvolvimento mais substancial.
A audiência, ao registrar um incremento de 15% a 18% nos índices de rating, evidencia a eficácia da estratégia de suspense, embora não se possa olvidar a crítica de que a representatividade ainda carece de profundidade.
Portanto, conclui‑se que a atual abordagem, embora ambígua, representa um passo significativo rumo à inclusão, mas requer cautela para não reduzir personagens LGBTQIA+ a meros instrumentos narrativos de tensionamento.

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